Quero poder pegar
No rumo da história
Rodar os ponteiros
Acelerar a memória
Não interessa viver
Num sítio diferente
Se a minha vontade
Se tornou dormente
É queixa contínua
Não ter felicidade
E soa a repetida
A palavra saudade
Mas em cada linha
Que aqui acrescento
Sinto aproximar
O sonhado momento
Assim vou lembrando
Impedindo de esquecer
Que o nosso amor
Nunca irá morrer
quinta-feira, 10 de julho de 2008
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